segunda-feira, 5 de abril de 2010

¨¨Apesar de...¨¨

"... uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar deApesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida. Foi apesar de que parei na rua e fiquei olhando para você enquanto você esperava um táxi. E desde logo desejando você, esse teu corpo que nem sequer é bonito, mas é o corpo que eu quero. Mas quero inteira, com a alma também. Por isso, não faz mal que você não venha, espararei quanto tempo for preciso."


"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."

segunda-feira, 29 de março de 2010

¨¨Estrelinha... esperança... mato e morro por você...¨¨

Na semana passada o filhinho de um colega de trabalho da minha irmã faleceu. Ele ía completar um aninho, mas todo o seu pouco tempo de vida foi passado dentro de um hospital. Os médicos diziam que se sobrevivesse ele não enxergaria, não ouviria, não falaria e nem ía poder andar, ou seja, ele ía vegetar, precisar de ajuda pra tudo.
É nessas horas que eu penso que às vezes é melho e descansar, parar de sofrer, mas aí eu fico me pergutando: como é que se conforma uma mãe que diz que ía amar o filho do jeito que ele fosse (e ela amaria mesmo) e que ameaça se matar??? Eu acho que não existe palavra no mundo que conforte a dor de uma mãe que perde um filho.
A impressão que fica é a de que uma vida se foi meio cedo demais, que o grande leão chamado vida engoliu mais uma presa.
Eu nem conhecia o bebê, o pai ou a mãe, mas todos os dias minha irmã contava a novidades, se estava tudo bem, se a criança tinha melhorado pelo meno um pouco. Eu conhecia bem a história, e era para ser a história alegre de um casal que teve um lindo bebê e então todos foram felizes para sempre, mas (e sempre tem um mas), a vida não é um conto de fadas: a vida é um leão que engole suas presas sem dó e nem piedade.
Um anjinho se foi, como se diz para as crianças, virou uma estrelinha, e não há estrela no céu que não possa ser alcançada.

***

__mudando de assunto__

§ No sábado teve baile lá no C.T.G. Dancei, me diverti, ainda estou com algumas bolhas nos pés, mas tudo bem. Só pra vocês terem uma idéia da situação, no final do baile eu já estava dançando sem sapato (que horror).

§ Eu ainda não tenho certeza, mas eu acho que o Juliano está solteiro. Eu acabei de dar aquela fuxica básica no orkut dele e não está mais escrito namorando. Quando ele começou a namorar a tal prima ele colocou lá que eles estavam juntos, e agora não tem mais. Isso pode não querer dizer nada, quer dizer, não tenho certeza, e também se ele estiver solteiro, isso não quer dizer necessariamente que ele vai ficar comigo, até porque opção de mulheres não é um problema para ele, mas já é uma coisa que me dá mais esperança (e eu sempre tive esperança, fiz até promessa pra tudo quanto é santo que existe). Ai, agora fiquei nervosa, que droga.

"...VOCÊ NÃO MERECE MESMO ASSIM EU TE AMO
VOCÊ NÃO MERECE MESMO ASSIM EU TE QUERO
VOCÊ NÃO MERECE MESMO ASSIM EU SOU MALUCA
MATO E MORRO POR VOCÊ..."

quarta-feira, 24 de março de 2010

¨¨Em terra de Saci...¨¨

Bem, não tenho nada de excepcional para escrever hoje, o que não é lá uma grande novidade. Fiquei uns dias sem passar pelo blog  por pura falta do que escrever mesmo, não por falta de vontade. Às vezes eu tenho esses surtos de ineficiência e não consigo fazer nada que preste.

Enfim, apesar desses 'surtos' eu preciso escrever alguma coisa, portanto, vamos lá...

§ Como todo mundo já sabe (a final de contas não se fala em outra coisa) hoje é o terceiro dia de julgamento do tal Casal Nardoni. Eu sinceramente espero que eles sejam condenados e passem lonnnnngos anos na prisão, que ele vire mulherzinha no presídio e que aquela vagabunda, chinelona, filha duma quenga caolha leve uma bela surra das outras presidiárias e que seja obrigada a comer comida estragada e tenha uma bela de uma caganeira e vá parar no hospital com desidratação por causa disso. É, eu nunca disse que era boazinha, e como já diz a canção, não desejmos mal à quase ninguém.

§ Amei a Maroca ter saído do BBB ontem. A voz dela era insuportável. Espero que o Dourado ganhe, a final de contas ele é lindo, inteligente, joga muito bem e sem falar que já é hora de um gaúcho vencer né.

§ Meu vizinho está ouvindo o rebolation, enquanto eu estou ouvindo Nirvana. Os dois sons misturados fica uma coisa de outro mundo (é de fugir).

§ Eu não consigo ler os meus e-mails porque aparece aquela porcaria de mensagem dizendo que a senha está incorreta, mas não está. Que ódioooo....

§ Contando os dias para a copa do mundo!!!!!


§ Agora eu estou ouvindo aquela música: "você não merece mesmo assim eu te amo, você não merece mesmo assim te adoro, você não merece mesmo assim eu sou maluco, mato e morro por você..." 

§ Para terminar fica aqui uma frase profunda e tocante para reflexão:
EM  TERRA  DE  SACI,  UMA  CALÇA  DÁ  PRA  DOIS.

quinta-feira, 11 de março de 2010

¨¨Um blá blá blá sem muito sentido¨¨


Depois de longos dias longe do blog, estou de volta (o que nem é lá grandes coisa né, mas tudo bem!!!)
Andei uns dias sem entrar na internet e nem tive um grande motivo pra isso, como ter ficado com problemas na rede, ou alguém ter se adonado do computador em tempo integral (o que também é muito comum por aqui). Nada disso aconteceu, eu simplesmente preferi ficar uns dias sem ter que olhar para o computador, só isso, nada além disso.
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Acabei de ler essa semana Caprichos e Escombros: o melhor do conto alemão no século 20. Agora estou lendo (quase terminando) Cristal Polonês, que é da mesma autora de A Casa das Sete Mulheres, (que eu também adoro). Particularmente eu gosto muito da autora, ela escreve de um jeito leve e conta histórias muito bem.
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E hoje eu entro no orkut e vejo o recado de uma amiga perguntando se era verdade que eu ía ter um baby...
Mas é cada coisa que me aparece!!! Sabem de onde surgiu a história??? Ahhhh, de onde surgem a maioria das fofocas mal feitas: dos vizinhos. Foi um vizinho da minha amiga que disse pra pai dela que tinha me visto e que eu estava grávida. Mas gente, nem parece que eu sou uma mulher grávida, não sou tão gorda assim, e até emagreci uns quilinhos. Por via das dúvidas, estou de dieta a partir de agora.
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Ah, só pra constar, a foto dos gorilinhas não tem nada a ver com a postagem, é só porque eles são muuuito lindos, e eu AMMMMMMOOOOOO gorilas, e se eu ganhasse na mega sena um dia eu ía torrar um dinheirão indo pra África pra cuidar bem deles e ía fuder com a vida de todos aqueles caçadores filhos duma cadela caolha, porque eu juro que eu nunca vou entender como é que pode existir "gente" que tem coragem de fazer mal pra esses animais (nem pra qualquer outro animal). Vocês acreditam que tem muita gente que compra cinzeiro feito de pata de gorilas??? Agora me digam o que é que tem dentro da cabeça de um filho da puta que gasta um dinheirão só pra ter uma porra de um cinzeiro desses sabendo que um animal foi morto pra que esse infeliz possa se dar a esse luxo??? Os seres humanos me apavoram, é por essas e outras que eu prefiro os animais!!!
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Mas por falar em animais, como se já não tivesse o bastante aqui em casa, agora eu e minha mãe estamos cuidando de uma cachorrinha e três gatinhos aqui da rua. Eles são da raça SRD, [sem raça definida]. Semana que vem eu coloco umas fotinhos deles, que são muito lindinhos. A cachorrinha se chama Pançudinha, a gata é a Fiona, o gato o Fuik e o outro gatinho a gente ainda está escolhendo.
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Bem gente, por hoje é só isso.
Ando lendo muito, assitindo muito C.S.I., pensando muita bobagem (que novidade), ouvindo muita música, brigando quando necessário (e comigo isso é sempre muito necessário), desenhando bem menos do que de costume, pensando mais um pouco de bobagens, dançando e assim eu vou levando a vida, porque viver pode ser uma experiência incrível, e se a vida se desenrola como um novelo, o meu é sempre cheio de nós, mas eu desenredo todos eles...
¨¨Beijoooo¨¨

quarta-feira, 3 de março de 2010

¨¨O cheiro da morte¨¨


Por esses dias eu andei sentindo o cheiro da morte. Não foi nada demais, nada bizarro, aterrorizante ou mórbido.
Apenas um cheiro.
Aconteceu assim: eu, minha mãe e uma vizinha estávamos na sala tomando chimarrão comendo pipoca e assistindo 'Outono em Nova York' quando, de repente, minha mãe me olhou e disse: "vocês não estão sentindo um cheiro de morte?"
Não, nós não estávamos sentindo cheiro algum, não naquele momento. Pouco depois um ventinho leve entrou pela porta aberta refrescando aquele calor quase insuportável. Foi nesse momento que eu disse: "mãe, agora eu senti o cheiro."
Nossa vizinha não sentiu, mas ele estava lá. Eu não explicar como é exatamente o cheiro. É uma mistura do cheiro de uma pessoa morta, com flores e mais alguma coisa que não sei dizer o que seria. É basicamente como aquele cheiro que a gente sente quando entra em uma sala onde estão velando alguém. Aquelas salas sempre tem um cheiro estranho, não tem???
Eu não sei explicar muito bem porque só fui em um velório em toda a minha vida. Era o velório da minha avó. Eu tinha 12 anos. Eu lembro que a sala tinha um cheiro esquisito mesmo, mas para mim a morte dela teve mais cheiro de leite com nescau, porque quando meu tio chegou aqui em casa para dar a notícia, era isso que eu estava bebendo, então quando penso na morte dela, não lembro daquele cheiro de sala de velório, mas sim de cheiro de leite com nescau. Vai ver cada morte tem lá  seu próprio cheiro, ou talvez não tenha cheiro algum...
Mas que aquele cheiro de sala de velório andou aqui por casa, ah, disso eu não tenho dúvida.

***

Isso me fez pensar na vida, ou na morte, sei lá. Acho que pensei nas duas coisas, em como elas estão ligadas, em como tudo é tão pequeno, tão simples. Em como as coisas podem acabar em um simples piscar de olhos. E em como as pessoas ficam se lamentando por causa de uma coisa tão natural como a morte. Quer dizer, a gente passa a vida inteira sabendo que vai acabar, que sempre acaba, então, por que o drama nos velórios??? Eu acho de uma falta de respeito com o morto as pessoas ficarem durante horas olhando e chorando como se fosse o fim do mundo. Não que seja falta de respeito sentir dor, saudade ou uma melancolia enorme, nem o fato de chorar em si, mas o fato de chorar exageradamente, sofrer exageradamente, fazer tudo exageradamente (sendo que muita gente que vai em velório nem gosta do tal ser que é velado). Que ser humano gostaria que as pessoas ficassem chorando por sua causa??? Eu, definitivamente, não. Toda a minha família e os meus amigos sabem que quando morrer eu quero que doem os meus órgãos, depois façam um velório bem rápido (nada dessa história de as pessoas ficarem horas olhando pra mim e se lamentando) e mandem me cremar. Eu sei que é muito fácil falar, mas que na hora as pessoas não agem assim, mas é como deveria ser (pelo menos pra mim, e eu não sou a dona da verdade). Quem fica aqui tem que continuar vivendo, e eu sei que se eu morresse hoje teriam algumas pessoas no meu velório, pessoas que eu gosto muito e, ainda bem, eu consegui fazer amigos nesses, poucos, 21 anos de vida, e eu não gostaria de ver as pessoas sofrendo por mim.
Isso me fez lembrar de uma coisa que eu li em algum lugar, agora não consigo lembrar onde:

"Eu fiz um acordo de existência pacífica com a morte: nem eu fujo dela, nem ela corre atrás de mim.
Um dia a gente simplesmente se encontra."

Será que eu estou sendo fria??? Porque normalmente eu sou até bem emotiva (sentimental, dramática, chorona...), mas a morte é uma coisa natural, simples. Uma coisa certa, aliás, uma das poucas coisas de que a gente pode ter certeza.
Bem, o que eu queria mesmo saber é qual será o cheiro da minha morte. Sim, porque a minha morte não pode ter aquele cheiro de defunto misturado com flores e mais alguma coisa. Eu não quero flores no caixão não, acho horrendo. Quem quiser me dar flores, que dê agora (de preferência orquídeas e flores do campo).

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Isso me fez lembrar que essa semana eu assisti (pela milésima vez) "A Sobrevivente". No filme  a personagem conta que, antigamente,  os cravos eram muito usados nos velórios para disfarçar o cheiro de putrefação, já que não se sabia ainda como preservar os cadáveres e essa flor tem um cheiro bem forte.
Não que isso interesse, foi só um comentário sem utilidade alguma.

***

Aliás, o post inteiro não teve utilidade alguma né... Só comecei a escrever sobre isso porque o cheiro que eu e minha mãe sentimos aqui em casa me deixou intrigada, pensativa (e meio doidona).

sábado, 27 de fevereiro de 2010

¨¨Amizade¨¨


Hoje eu acordei em um daqueles dias de confusão que, aliás, para mim são muito comuns. Não é que eu esteja mal, é só que eu tinha tantas ideias que acabei ficando sem nenhuma, quer dizer, quando tem muita coisa ao mesmo tempo na minha cabeça fico meio cofusa e acabo me perdendo, assim sendo, esqueci tudo o que eu ía postar aqui [e provavelmente não era nada muito bom mesmo]. Na falta do que escrever resolvi mandar um recado no Orkut para uma amiga. Acabei não mandando o recado porque simplesmente resolvi falar sobre ela, ou sobre mim, ou sobre nós duas, sei lá.
Bem, vamos lá...
O nome da mocinha é Laís, também chamada de Kieling. Nós nos conhecemos em 2003, mas não éramos amigas, pelo contrário, eu nem ía muito com a cara dela. Apenas tínhamos um amigo em comum, [o Johnny], nada além disso. Em 2004 ficamos na mesma sala de aula. Foi ali que ficamos amigas, logo no primeiro dia.
Naquele dia eu encontrei a melhor amiga que alguém poderia encontrar. Aliás, fora a minha mãe, ela é a única pessoa em quem eu confio até de olhos fechados, o que é uma grande coisa porque, geralmente, eu não confio nas pessoas, sempre tenho meus dois pés bem atrás. Em 2005 estudamos juntas de novo e ficamos mais unidas do que nunca.
A gente ja fez um monte de coisas juntas, já passams por várias situações [boas e ruins], já moramos meio longe, choramos, rimos, cantamos [no meio da rua], e apesar de a gente não se ver todos os dias como na época da escola, ela continua sendo a melhor das melhores amigas. Sobre termos chorado juntas, sim, o choro era por causa de rapazes [horrendos, hoje eu consigo ver]. Ela adorava o André, que basicamente falando era o cão chupando manga, e eu adorava o Jefrey, [nome do mordomo de 'um maluco no pedaço', não é???], que basicamente falando, era o cão chupando limão, o que é bem pior do que o cão chupando manga, e isso sem falar que tinha um nariz que lhe permitia fumar um charuto cubano tranquilamente em um temporal. Hoje eu percebo como nos duas tínhamos um gosto horrendo, mas tudo bem, éramos adolescentes e portanto merecemos um desconto. Superamos, a final de contas, adolescentes sempre superam tudo e hoje somos mais do que adolescentes apaixonainhas. Aliás, ela hoje tem um  namorado, e eu tenho um ex-namorado, mas ele pode voltar a ser atual né, tudo depende só da força a nossa mente somada ao destino e todas as promessas que fiz para 11 santos diferentes.
Nessa época nós também tínhamos aquele sonho de mudar o mundo, assassinar o Bush, ela queria ser piloto da aeronáutica e eu queria trabalhar no New York Times [queria ou quero???]. Também pagamos alguns micos juntas. Um dia ficamos cantando no meio da rua, cantando fresno, o que é bem pior ainda. Encarávamos juntas horas e horas esperando nossa dentista ter a boa vontade de nos atender, atravessávamos um mato pra sentar do outro lado e ver o pôr-do-sol, dançamos em cima de uns canos de concreto da prefeitura [nem tentem entender isso]... Olhamos Madrugada dos Mortos umas 500 mil vezes e quase morríamos de rir, porque o filme é muito besta né, com certeza nós sobreviveríamos de aqueles zumbis aparecessem por aí.
Mudamos, porque há uns anos atrás ela não se preocupava em fazer unha, dizia que jamais ficaria loira e jamais usaria aquele roupinhas de menininhas, a final de contas ela odiava patricinhas, e tamém não gostava de rosa. Mas, e sempre tem um mas, o mundo gira, o tempo passa e as pessoas mudam. Hoje ela é loira, ama rosa e faz todas as coisa que disse que jamais faria. É, as pessoas mudam, e ela mudou pra melhor, é bem verdade. Eu também mudei, e muito, mas não vamos falar de mim...
Passamos por alguns momentos ruins, falamos coisas que só falaríamos uma para a outra.
Enfim, não adianta eu ficar aqui usando um monte de palavras porque nada que eu diga vai servir pra explicar o quanto eu sou feliz pelo destino ter colocado a Laís no meu caminho. Nossa amizade é uma das coisas que eu mais prezo nessa vida, uma das coisas mais importantes que eu adquiri com o tempo, e é só isso que importa, porque no fim da vida, quando tudo se acabar [e mais cedo ou mais tarde a morte sempre dá as caras e ninguém escapa], só o que fica é o que a gente foi, o que a gente viveu, as lembranças que as pessoas vão ter de nós, e é por isso que a gente tem que fazer e dizer enquanto tem tempo o quanto as pessoas são importantes, a final de contas, depois que a gente se for, ou depois que as pessoas que a gente gosta se forem, nada mais vai poder ser feito.
Assim sendo, só me resta dizer que eu te adoro minha amiga, e que nossa amizade vai durar pra sempre, e que não importa o que aconteça, as pessoas que eu conheça, as voltas que o mundo vai dar, nossa amizade vai ultrapassar tudo, talvez até a morte, porque eu não acredito que a vida acabe quando o coração para de bater, e se existir mesmo alguma coisa depois que a gente para de respirar, essa amizade vai me acompanhar nesse depois!!!