domingo, 19 de setembro de 2010

"Todas as estradas pelas quais temos de caminhar são sinuosas,
e todas as luzes que conduzem até lá estão nos cegando.
Existem tantas coisas que eu gostaria ddde dizer para você, mas eu não sei como."

domingo, 12 de setembro de 2010

"SABE, PRA MIM A VIDA É UM PUNHADO DE PURPURINA QUE O VENTO SOPRA.

                   DAQUI APOUCO TUDO VAI SER PASSADO MESMO.

DEIXA O VENTO SOPRAR...

                        FIQUE PELO MENOS COM O GOSTINHO DE TER BRILHADO UM POUCO!"

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

VOLTEI....
     por mais incrível que isso possa parecer!!!
Eu sei que eue não aparecia e não postava nada desde o dia 06 de maio, o que é muuuuuuito tempo.
Só me resta dizer que não foi por vontade própria. Aconteceram centenas de coisas, nem todas boas, mas também nem todas ruins, muito embora eu não consiga, no momento, lembrar das boas.

Vamos aos fatos ocorridos de lá até aqui...
Tudo começou em maio, mês do último post. Estava tudo indo como sempre lá em casa, aos trancos e barrancos. O pai da minha irmã já não morava mais lá com nós, até que um dia, quando voltávamos do c.t.g., ele apareceu lá em casa, trancou minha irmã do lado de fora, (eu e minha mãe do lado de dentro), e deu nela, até com a faca, chamou de tudo quanto é coisa que se pode imaginar, ameaçou de morte... e a polícia até hoje não apareceu!!! É óbvio que a história é bem mais longa do que isso, mas se eu for contar tudo com riqueza de detalhes, vai icar um post MEGA ENORME. No outro dia fomos na delegacia, acabou que não deu em nada, a final de contas, estamos no Brasil. O fato é que depois disso ele levou o computador embora, e eu fiquei dependendo de lan house, e não tenho paciência alguma pra lan house.
Agora, ddepois do caso passado, ele se faz de bom moço, arrependido, até foi pra igreja e diz ter virado um novo ser, arrumou uma mulher com direito  criançinha e tudo mais.
Bem, o resumo é esse. Foi por isso que sumi.
Mas vamos deixar esse assunto de lado porque isso nem me importa mesmo.

***

Eu continuo mais encalhadado que nunca. E também continuo perdidamente louca de amor pelo Juliano, que continua galinhando por aí. Eu andava toda animada porque ele não estava namorando, só pegando geral, mas agora ele está namaorando de novo. Isso me faz ficar péssima, se bem que com certeza ele não está só com ela, o que me conforta, mas mesmo assim dói, e muito. Vocês vão rir, achar ridículo, e talvez seja mesmo.mas eu fiz promessa pra 11 santos pra ele voltar pra mim. E mais do que isso, um dia eu ía pasanddo pela rua e uma cigana me atacou. Pasmem: eu fiquei um tempão conversando com a cigana. Às vezes nem eu me reconheço.
Não é que eu goste disso, eu até tentei esquecer, superar, ficar com outras pessoas, mas no fim da noite, e sempre nele que eu penso antes de dormir.
Nesse meio tempo entre o último post e hoje eu fiquei com um cara super legal. O nome dele é Luan. Eu já tinha ficado com ele antes de toda a história com o Juliano. Ele é bacana sabe, e eu até acho que daria certo se a gente tentasse ficar junto, mas ele só enrola, sei lá. Também a gente só ficava junto em dia que tinha algum baile lá no ctg, ele nunca disse que a gente ía ter alguma coisa, então, tudo certo.

***

Essa semana eu vou me inscrever pro vestibular da UFRGS, de novo. Espero que agora eu passe, até porque, ser reprovada uma vez tudo bem, mas duas, é muita burrice.

***

Também essa semana, eu fui doar sangue. Faço as doações a cada três meses. Não custa nada, não dói e ajuda alguém que precisa. o único detalhe é que eu alopro as enfermeiras. as coitadas ficam bem loucas comigo, rezando pra eu ir embora logo kkk.

***

Acho que por hoje é só isso tá.
Vou tentar deixar uns posts programados (só preciso descobrir como fazer isso rsrsrs) e prometo que vou tentar não ser tão relapsa com o blog....

beijosss



"ÀS VEZES PENSAMOS QUE A SAUDADE FOI FEITA PARA MACHUCAR, MAS O TEMPO PASSA  E PERCEBEMOS QUE ELA É APENAS A FORMA MAIS CERTA DE VERMOS O QUANTO GOSTAMOS DE ALGUÉM."

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Não...
Ainda não morri.
Estou aqui, por mais incrível que isso pareça.
Não sei de onde tiro forças para levantar todos os dias,
nem sei porque levanto todos os dias,
mas levanto.
Levanto quase caindo.
Levanto quase sem força.
Mas levanto!!!
Porque quem quase cai, ainda não caiu, ainda está em pé.
Mesmo que às vezes eu deseje desesperadamente cair e não mais levantar.
Cair e não mais sentir saudade.
Simplesmente me deixar derrubar.

***

_Eu sei que estou sendo uma péssima blogueira, isso aqui está atirado às traças, mas o fato é que estou sem tempo porque ando cheia de encomendas para entregar, e também fiquei uns dias sem internet, porque isso é o que acontece quando não se paga a conta do telefone. Agora estamos de novo com internet, mas amanhã vai ser cortada de novo porque nós decidimos mandar cortar, a final de contas não está dando tempo de usar.

_A boa notícia é que eu pareu de fuxicar o orkut do Juliano, até porque não tenho entrado na internet mesmo. Mas hoje eu podia ter fuxicado, e não fuxiquei. Mas isso não está fazendo doer menos a saudade. Estou no msn, vendo se ele vai entrar, mas daqui a pouco tenho que largar o pc de lado, porque como eu já disse, tenho encomendas a entregar.

_Eu queria passar nos blogs pra dar uma olhada, ler, fazer meus comentários (que geralmente não acrescentam nada de bom pra ninguém), mas não sei se vai dar tempo.


_A única coisa que me deixou alegrinha nos últimos dias foi o fato de o Grêmio ter sido campeão gaúcho em cima do Inter, porque melhor que ver o Grêmio vencer, só mesmo ver o inter ser vice!!!

_Já fiz as compras de dia das mães. Fui essa semana, encarei ônibus lotado e vou ficar com dívida durante 5 meses, mas tudo bem, a final de contas minha mãe merece que eu abra a mão.

_Ainda estou contando os dias para a Copa do Mundo...

_Acho que por hoje é só isso, ando meio sem assunto.

beijooos...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

¨¨Porta aberta e lamentação¨¨

Te perdi   (!?????!!!!....)

Eu não sei direito o que aconteceu, só me dei conta quando o dia amanheceu...

eu acordei olhei pro lado e não te vi.

Abandonada!!!

Triste num canto pensando na gente.

A culpa é minha (???!)

Podia ser diferente (!!!!!!!!!!!!!!!)

Não dei valor      (dei sim, muito)

Agora sei que te perdi     (será que perdi mesmo, pra sempre????)

Os dias vão e é só saudade de você no coração

O telefone que não sai da minha mão

Eu conto as horas pra você voltar pra mim

Vou te amar (!!!)

Não importa o quanto eu tenha que esperar

Deixei a porta aberta pra você entrar de novo aqui:

No meu coração!!!!!!

(Maria Cecília e Rodolfo)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

¨¨O rabo abanando o cachorro¨¨

(imagem de www.zaroio.com )

É cada coisa que me aparece viu...
Agora há pouco tocou o telefone da minha mãe, ela atende e quem é???
Um cara babaca que ligou errado!!! Mas ninguém merece isso. Juro que eu nunca consegui entender como é que as pessoas conseguem ligar errado. Por coincidência o cara tinha o nome de um dos meus tios, logo minha mãe pensou que fosse ele. 
O carinha, tal de Itamar, queria falar com uma tal de Léia. Minha mãe começou a dar conversa (e eu me me matando de tanto rir). O mais engraçado foi que quando o cara disse que se chamava Itamar minha mãe soltou um "até que enfim resolveu me ligar né", já que meu tio (também chamado Itamar) não costuma ligar muito, ou seja, ele deve ter ficado pensando "puxa vida, ela devia estar esperando que eu ligasse".
Ele queria marcar de sair hoje; ficou de ligar de novo por volta das 20:00 hs pra combinarem tudo direitinho.
Resta saber se ele vai ligar de novo ou se vai perceber que ligou errado. Tomara que ele ligue. Hoje estou querendo me divertir {não, eu não estou pensando em sair e transar com o tal cara}, ou seja, se ele ligar vamos fazer de conta que somos a tal Léia, vamos dar corda e marcar o tal encontro, depois disso vamos ficar imaginando a cara dele quando ninguém aparecer!!! kkk
Credo, que mente horrível que eu e a mamis temos. Seria muito mais simples ter dito: "olha, meu senhor,o senhor deve ter ligado errado", mas nesse caso não teria graça nenhuma  e a gente não poderia rir da cara de um babaca que consegue ligar errado e nem percebe que a voz da tal de Léia estava diferente .

Bem, no caso de ele ligar de novo eu conto aqui como foi, e no caso de não ligar, eu vou ficar muito decepcionada por não ter sido possível colocar o nosso plano em prática.

__mudando de assunto__

Ontem eu e minha mãe estávamos assistindo o programa do Ratinho (normalmente não assisto, mas ontem eu fiz questão de ver) e adivinhem quem estava lá dando uma entrevista na maior cara de pau do mundo...
Acertou quem disse Guilherme de Pádua, aquele vagabundo, chinelão (e agora pastor) que matou há alguns anos a Daniela Peres, filha da Glória Peres, com a ajuda de uma outra vagabunda que também já saiu da prisão e vive livre, leve e solta.
Ai eu nem sei o que dizer, só sei que outra coisa que eu nunca vou entender é porque nesse país gente que mata sai da cadeia tão rápido. O mais impressionante foi que ele alegou que não ficou só seis anos como as pessoas dizem, mas ficou sim quase sete anos. Ahmmm, e daí??? Sete anos não é nada se levado em consideração o fato de ele ter matado uma pessoa. A cara que ele estava, cara de quem se sente com toda a razão do mundo, é uma coisa que me tira do sério. Odeio gente que faz merda e depois se faz de vítima, como ele quiz fazer em rede nacional. Foi perguntado pra ele umas mil vezes "por que você matou a Daniela???", e ele, é claro, não respondeu, ficou enrolando, enrolando, enrolando e não falou.
A única coisa que ele falava era que Deus tinha mudado a vida dele, que ele era um homem melhor, que tinha sido transformado. Isso me tira do sério, me tira de mim, me deu uma gana de pular no pescoço dele e esbofetear a cara dele até o meu braço adormecer e eu não ter mais forças.
É muito fácil virar crente depois que faz uma cagada como a que ele fez, sair da cadeia dizendo que se tornou uma pessoa melhor graças à fé.
Eu não estou querendo discutir sobre Deus, fé e capacidade das pessoas se tornarem melhores, mas eu não acho que seja tão simples assim: matei, acabei com uma família, fui preso, me converti e Deus apagou tudo que eu fiz de errado.
Não entendo como as pessoas se transformam de um dia para o outro, sério mesmo, e talvez seja ignorância minha não entender uma coisa que para muitos pode ser simples (Deus transformou e ponto final, simples assim), mas vocês hão de convir comigo que para ele é muito cômodo entrar para uma igreja, se tornar pastor e passar a viver disso como se nada tivesse aconteceido, já que todos os irmãos da igreja o tratam como se nada tivesse acontecido.
Não sei quanto a vocês, mas para mim ele (e qualquer pessoa capaz de tirar a vida de alguém) vai ser sempre um assassino que não vale merda alguma de quem eu quero distância (como a distância daqui até Vênus, no mínimo), porque não existe ex assassino: se a gente mata alguém, aquela pessoa nunca volta, a família não vai mais tê-la, não importa quanto tempo se passe, portanto, você continau sendo um assassino todos os dias.
Só pra constar, eu também não sei como é que um traste desses pode ter até fã clube (acreditem, ele tem um fã clube). Quem é que pode ser fã daquele estrupício, o que foi que ele fez de bom pra ter fãs???
Não sei não viu, pra mim esse mundo está pelas avessas, tudo ao contrário, tudo errado.
Daqui a pouco o rabo é que vai abanar o cachorro!!!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

¨¨Apesar de...¨¨

"... uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar deApesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida. Foi apesar de que parei na rua e fiquei olhando para você enquanto você esperava um táxi. E desde logo desejando você, esse teu corpo que nem sequer é bonito, mas é o corpo que eu quero. Mas quero inteira, com a alma também. Por isso, não faz mal que você não venha, espararei quanto tempo for preciso."


"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida."

segunda-feira, 29 de março de 2010

¨¨Estrelinha... esperança... mato e morro por você...¨¨

Na semana passada o filhinho de um colega de trabalho da minha irmã faleceu. Ele ía completar um aninho, mas todo o seu pouco tempo de vida foi passado dentro de um hospital. Os médicos diziam que se sobrevivesse ele não enxergaria, não ouviria, não falaria e nem ía poder andar, ou seja, ele ía vegetar, precisar de ajuda pra tudo.
É nessas horas que eu penso que às vezes é melho e descansar, parar de sofrer, mas aí eu fico me pergutando: como é que se conforma uma mãe que diz que ía amar o filho do jeito que ele fosse (e ela amaria mesmo) e que ameaça se matar??? Eu acho que não existe palavra no mundo que conforte a dor de uma mãe que perde um filho.
A impressão que fica é a de que uma vida se foi meio cedo demais, que o grande leão chamado vida engoliu mais uma presa.
Eu nem conhecia o bebê, o pai ou a mãe, mas todos os dias minha irmã contava a novidades, se estava tudo bem, se a criança tinha melhorado pelo meno um pouco. Eu conhecia bem a história, e era para ser a história alegre de um casal que teve um lindo bebê e então todos foram felizes para sempre, mas (e sempre tem um mas), a vida não é um conto de fadas: a vida é um leão que engole suas presas sem dó e nem piedade.
Um anjinho se foi, como se diz para as crianças, virou uma estrelinha, e não há estrela no céu que não possa ser alcançada.

***

__mudando de assunto__

§ No sábado teve baile lá no C.T.G. Dancei, me diverti, ainda estou com algumas bolhas nos pés, mas tudo bem. Só pra vocês terem uma idéia da situação, no final do baile eu já estava dançando sem sapato (que horror).

§ Eu ainda não tenho certeza, mas eu acho que o Juliano está solteiro. Eu acabei de dar aquela fuxica básica no orkut dele e não está mais escrito namorando. Quando ele começou a namorar a tal prima ele colocou lá que eles estavam juntos, e agora não tem mais. Isso pode não querer dizer nada, quer dizer, não tenho certeza, e também se ele estiver solteiro, isso não quer dizer necessariamente que ele vai ficar comigo, até porque opção de mulheres não é um problema para ele, mas já é uma coisa que me dá mais esperança (e eu sempre tive esperança, fiz até promessa pra tudo quanto é santo que existe). Ai, agora fiquei nervosa, que droga.

"...VOCÊ NÃO MERECE MESMO ASSIM EU TE AMO
VOCÊ NÃO MERECE MESMO ASSIM EU TE QUERO
VOCÊ NÃO MERECE MESMO ASSIM EU SOU MALUCA
MATO E MORRO POR VOCÊ..."

quarta-feira, 24 de março de 2010

¨¨Em terra de Saci...¨¨

Bem, não tenho nada de excepcional para escrever hoje, o que não é lá uma grande novidade. Fiquei uns dias sem passar pelo blog  por pura falta do que escrever mesmo, não por falta de vontade. Às vezes eu tenho esses surtos de ineficiência e não consigo fazer nada que preste.

Enfim, apesar desses 'surtos' eu preciso escrever alguma coisa, portanto, vamos lá...

§ Como todo mundo já sabe (a final de contas não se fala em outra coisa) hoje é o terceiro dia de julgamento do tal Casal Nardoni. Eu sinceramente espero que eles sejam condenados e passem lonnnnngos anos na prisão, que ele vire mulherzinha no presídio e que aquela vagabunda, chinelona, filha duma quenga caolha leve uma bela surra das outras presidiárias e que seja obrigada a comer comida estragada e tenha uma bela de uma caganeira e vá parar no hospital com desidratação por causa disso. É, eu nunca disse que era boazinha, e como já diz a canção, não desejmos mal à quase ninguém.

§ Amei a Maroca ter saído do BBB ontem. A voz dela era insuportável. Espero que o Dourado ganhe, a final de contas ele é lindo, inteligente, joga muito bem e sem falar que já é hora de um gaúcho vencer né.

§ Meu vizinho está ouvindo o rebolation, enquanto eu estou ouvindo Nirvana. Os dois sons misturados fica uma coisa de outro mundo (é de fugir).

§ Eu não consigo ler os meus e-mails porque aparece aquela porcaria de mensagem dizendo que a senha está incorreta, mas não está. Que ódioooo....

§ Contando os dias para a copa do mundo!!!!!


§ Agora eu estou ouvindo aquela música: "você não merece mesmo assim eu te amo, você não merece mesmo assim te adoro, você não merece mesmo assim eu sou maluco, mato e morro por você..." 

§ Para terminar fica aqui uma frase profunda e tocante para reflexão:
EM  TERRA  DE  SACI,  UMA  CALÇA  DÁ  PRA  DOIS.

quinta-feira, 11 de março de 2010

¨¨Um blá blá blá sem muito sentido¨¨


Depois de longos dias longe do blog, estou de volta (o que nem é lá grandes coisa né, mas tudo bem!!!)
Andei uns dias sem entrar na internet e nem tive um grande motivo pra isso, como ter ficado com problemas na rede, ou alguém ter se adonado do computador em tempo integral (o que também é muito comum por aqui). Nada disso aconteceu, eu simplesmente preferi ficar uns dias sem ter que olhar para o computador, só isso, nada além disso.
***
Acabei de ler essa semana Caprichos e Escombros: o melhor do conto alemão no século 20. Agora estou lendo (quase terminando) Cristal Polonês, que é da mesma autora de A Casa das Sete Mulheres, (que eu também adoro). Particularmente eu gosto muito da autora, ela escreve de um jeito leve e conta histórias muito bem.
***
E hoje eu entro no orkut e vejo o recado de uma amiga perguntando se era verdade que eu ía ter um baby...
Mas é cada coisa que me aparece!!! Sabem de onde surgiu a história??? Ahhhh, de onde surgem a maioria das fofocas mal feitas: dos vizinhos. Foi um vizinho da minha amiga que disse pra pai dela que tinha me visto e que eu estava grávida. Mas gente, nem parece que eu sou uma mulher grávida, não sou tão gorda assim, e até emagreci uns quilinhos. Por via das dúvidas, estou de dieta a partir de agora.
***
Ah, só pra constar, a foto dos gorilinhas não tem nada a ver com a postagem, é só porque eles são muuuito lindos, e eu AMMMMMMOOOOOO gorilas, e se eu ganhasse na mega sena um dia eu ía torrar um dinheirão indo pra África pra cuidar bem deles e ía fuder com a vida de todos aqueles caçadores filhos duma cadela caolha, porque eu juro que eu nunca vou entender como é que pode existir "gente" que tem coragem de fazer mal pra esses animais (nem pra qualquer outro animal). Vocês acreditam que tem muita gente que compra cinzeiro feito de pata de gorilas??? Agora me digam o que é que tem dentro da cabeça de um filho da puta que gasta um dinheirão só pra ter uma porra de um cinzeiro desses sabendo que um animal foi morto pra que esse infeliz possa se dar a esse luxo??? Os seres humanos me apavoram, é por essas e outras que eu prefiro os animais!!!
***
Mas por falar em animais, como se já não tivesse o bastante aqui em casa, agora eu e minha mãe estamos cuidando de uma cachorrinha e três gatinhos aqui da rua. Eles são da raça SRD, [sem raça definida]. Semana que vem eu coloco umas fotinhos deles, que são muito lindinhos. A cachorrinha se chama Pançudinha, a gata é a Fiona, o gato o Fuik e o outro gatinho a gente ainda está escolhendo.
***
Bem gente, por hoje é só isso.
Ando lendo muito, assitindo muito C.S.I., pensando muita bobagem (que novidade), ouvindo muita música, brigando quando necessário (e comigo isso é sempre muito necessário), desenhando bem menos do que de costume, pensando mais um pouco de bobagens, dançando e assim eu vou levando a vida, porque viver pode ser uma experiência incrível, e se a vida se desenrola como um novelo, o meu é sempre cheio de nós, mas eu desenredo todos eles...
¨¨Beijoooo¨¨

quarta-feira, 3 de março de 2010

¨¨O cheiro da morte¨¨


Por esses dias eu andei sentindo o cheiro da morte. Não foi nada demais, nada bizarro, aterrorizante ou mórbido.
Apenas um cheiro.
Aconteceu assim: eu, minha mãe e uma vizinha estávamos na sala tomando chimarrão comendo pipoca e assistindo 'Outono em Nova York' quando, de repente, minha mãe me olhou e disse: "vocês não estão sentindo um cheiro de morte?"
Não, nós não estávamos sentindo cheiro algum, não naquele momento. Pouco depois um ventinho leve entrou pela porta aberta refrescando aquele calor quase insuportável. Foi nesse momento que eu disse: "mãe, agora eu senti o cheiro."
Nossa vizinha não sentiu, mas ele estava lá. Eu não explicar como é exatamente o cheiro. É uma mistura do cheiro de uma pessoa morta, com flores e mais alguma coisa que não sei dizer o que seria. É basicamente como aquele cheiro que a gente sente quando entra em uma sala onde estão velando alguém. Aquelas salas sempre tem um cheiro estranho, não tem???
Eu não sei explicar muito bem porque só fui em um velório em toda a minha vida. Era o velório da minha avó. Eu tinha 12 anos. Eu lembro que a sala tinha um cheiro esquisito mesmo, mas para mim a morte dela teve mais cheiro de leite com nescau, porque quando meu tio chegou aqui em casa para dar a notícia, era isso que eu estava bebendo, então quando penso na morte dela, não lembro daquele cheiro de sala de velório, mas sim de cheiro de leite com nescau. Vai ver cada morte tem lá  seu próprio cheiro, ou talvez não tenha cheiro algum...
Mas que aquele cheiro de sala de velório andou aqui por casa, ah, disso eu não tenho dúvida.

***

Isso me fez pensar na vida, ou na morte, sei lá. Acho que pensei nas duas coisas, em como elas estão ligadas, em como tudo é tão pequeno, tão simples. Em como as coisas podem acabar em um simples piscar de olhos. E em como as pessoas ficam se lamentando por causa de uma coisa tão natural como a morte. Quer dizer, a gente passa a vida inteira sabendo que vai acabar, que sempre acaba, então, por que o drama nos velórios??? Eu acho de uma falta de respeito com o morto as pessoas ficarem durante horas olhando e chorando como se fosse o fim do mundo. Não que seja falta de respeito sentir dor, saudade ou uma melancolia enorme, nem o fato de chorar em si, mas o fato de chorar exageradamente, sofrer exageradamente, fazer tudo exageradamente (sendo que muita gente que vai em velório nem gosta do tal ser que é velado). Que ser humano gostaria que as pessoas ficassem chorando por sua causa??? Eu, definitivamente, não. Toda a minha família e os meus amigos sabem que quando morrer eu quero que doem os meus órgãos, depois façam um velório bem rápido (nada dessa história de as pessoas ficarem horas olhando pra mim e se lamentando) e mandem me cremar. Eu sei que é muito fácil falar, mas que na hora as pessoas não agem assim, mas é como deveria ser (pelo menos pra mim, e eu não sou a dona da verdade). Quem fica aqui tem que continuar vivendo, e eu sei que se eu morresse hoje teriam algumas pessoas no meu velório, pessoas que eu gosto muito e, ainda bem, eu consegui fazer amigos nesses, poucos, 21 anos de vida, e eu não gostaria de ver as pessoas sofrendo por mim.
Isso me fez lembrar de uma coisa que eu li em algum lugar, agora não consigo lembrar onde:

"Eu fiz um acordo de existência pacífica com a morte: nem eu fujo dela, nem ela corre atrás de mim.
Um dia a gente simplesmente se encontra."

Será que eu estou sendo fria??? Porque normalmente eu sou até bem emotiva (sentimental, dramática, chorona...), mas a morte é uma coisa natural, simples. Uma coisa certa, aliás, uma das poucas coisas de que a gente pode ter certeza.
Bem, o que eu queria mesmo saber é qual será o cheiro da minha morte. Sim, porque a minha morte não pode ter aquele cheiro de defunto misturado com flores e mais alguma coisa. Eu não quero flores no caixão não, acho horrendo. Quem quiser me dar flores, que dê agora (de preferência orquídeas e flores do campo).

***

Isso me fez lembrar que essa semana eu assisti (pela milésima vez) "A Sobrevivente". No filme  a personagem conta que, antigamente,  os cravos eram muito usados nos velórios para disfarçar o cheiro de putrefação, já que não se sabia ainda como preservar os cadáveres e essa flor tem um cheiro bem forte.
Não que isso interesse, foi só um comentário sem utilidade alguma.

***

Aliás, o post inteiro não teve utilidade alguma né... Só comecei a escrever sobre isso porque o cheiro que eu e minha mãe sentimos aqui em casa me deixou intrigada, pensativa (e meio doidona).

sábado, 27 de fevereiro de 2010

¨¨Amizade¨¨


Hoje eu acordei em um daqueles dias de confusão que, aliás, para mim são muito comuns. Não é que eu esteja mal, é só que eu tinha tantas ideias que acabei ficando sem nenhuma, quer dizer, quando tem muita coisa ao mesmo tempo na minha cabeça fico meio cofusa e acabo me perdendo, assim sendo, esqueci tudo o que eu ía postar aqui [e provavelmente não era nada muito bom mesmo]. Na falta do que escrever resolvi mandar um recado no Orkut para uma amiga. Acabei não mandando o recado porque simplesmente resolvi falar sobre ela, ou sobre mim, ou sobre nós duas, sei lá.
Bem, vamos lá...
O nome da mocinha é Laís, também chamada de Kieling. Nós nos conhecemos em 2003, mas não éramos amigas, pelo contrário, eu nem ía muito com a cara dela. Apenas tínhamos um amigo em comum, [o Johnny], nada além disso. Em 2004 ficamos na mesma sala de aula. Foi ali que ficamos amigas, logo no primeiro dia.
Naquele dia eu encontrei a melhor amiga que alguém poderia encontrar. Aliás, fora a minha mãe, ela é a única pessoa em quem eu confio até de olhos fechados, o que é uma grande coisa porque, geralmente, eu não confio nas pessoas, sempre tenho meus dois pés bem atrás. Em 2005 estudamos juntas de novo e ficamos mais unidas do que nunca.
A gente ja fez um monte de coisas juntas, já passams por várias situações [boas e ruins], já moramos meio longe, choramos, rimos, cantamos [no meio da rua], e apesar de a gente não se ver todos os dias como na época da escola, ela continua sendo a melhor das melhores amigas. Sobre termos chorado juntas, sim, o choro era por causa de rapazes [horrendos, hoje eu consigo ver]. Ela adorava o André, que basicamente falando era o cão chupando manga, e eu adorava o Jefrey, [nome do mordomo de 'um maluco no pedaço', não é???], que basicamente falando, era o cão chupando limão, o que é bem pior do que o cão chupando manga, e isso sem falar que tinha um nariz que lhe permitia fumar um charuto cubano tranquilamente em um temporal. Hoje eu percebo como nos duas tínhamos um gosto horrendo, mas tudo bem, éramos adolescentes e portanto merecemos um desconto. Superamos, a final de contas, adolescentes sempre superam tudo e hoje somos mais do que adolescentes apaixonainhas. Aliás, ela hoje tem um  namorado, e eu tenho um ex-namorado, mas ele pode voltar a ser atual né, tudo depende só da força a nossa mente somada ao destino e todas as promessas que fiz para 11 santos diferentes.
Nessa época nós também tínhamos aquele sonho de mudar o mundo, assassinar o Bush, ela queria ser piloto da aeronáutica e eu queria trabalhar no New York Times [queria ou quero???]. Também pagamos alguns micos juntas. Um dia ficamos cantando no meio da rua, cantando fresno, o que é bem pior ainda. Encarávamos juntas horas e horas esperando nossa dentista ter a boa vontade de nos atender, atravessávamos um mato pra sentar do outro lado e ver o pôr-do-sol, dançamos em cima de uns canos de concreto da prefeitura [nem tentem entender isso]... Olhamos Madrugada dos Mortos umas 500 mil vezes e quase morríamos de rir, porque o filme é muito besta né, com certeza nós sobreviveríamos de aqueles zumbis aparecessem por aí.
Mudamos, porque há uns anos atrás ela não se preocupava em fazer unha, dizia que jamais ficaria loira e jamais usaria aquele roupinhas de menininhas, a final de contas ela odiava patricinhas, e tamém não gostava de rosa. Mas, e sempre tem um mas, o mundo gira, o tempo passa e as pessoas mudam. Hoje ela é loira, ama rosa e faz todas as coisa que disse que jamais faria. É, as pessoas mudam, e ela mudou pra melhor, é bem verdade. Eu também mudei, e muito, mas não vamos falar de mim...
Passamos por alguns momentos ruins, falamos coisas que só falaríamos uma para a outra.
Enfim, não adianta eu ficar aqui usando um monte de palavras porque nada que eu diga vai servir pra explicar o quanto eu sou feliz pelo destino ter colocado a Laís no meu caminho. Nossa amizade é uma das coisas que eu mais prezo nessa vida, uma das coisas mais importantes que eu adquiri com o tempo, e é só isso que importa, porque no fim da vida, quando tudo se acabar [e mais cedo ou mais tarde a morte sempre dá as caras e ninguém escapa], só o que fica é o que a gente foi, o que a gente viveu, as lembranças que as pessoas vão ter de nós, e é por isso que a gente tem que fazer e dizer enquanto tem tempo o quanto as pessoas são importantes, a final de contas, depois que a gente se for, ou depois que as pessoas que a gente gosta se forem, nada mais vai poder ser feito.
Assim sendo, só me resta dizer que eu te adoro minha amiga, e que nossa amizade vai durar pra sempre, e que não importa o que aconteça, as pessoas que eu conheça, as voltas que o mundo vai dar, nossa amizade vai ultrapassar tudo, talvez até a morte, porque eu não acredito que a vida acabe quando o coração para de bater, e se existir mesmo alguma coisa depois que a gente para de respirar, essa amizade vai me acompanhar nesse depois!!!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

¨¨Changes¨¨

Como vocês já devem ter percebido, eu mudei a "cara do blog". Eu andava mega enjoada de olhar para a mesma coisa, então mudei. Eu achei que ficou melhor do que estava, mas ainda não ficou como eu queria (e eu nem sei como é que eu queria que ficasse).

***

Eu sei que tenho andado meio afastada daqui, mas não é por falta de vontade ou tempo, não, não é por isso. É porque simplesmente estamos em época de olimpíadas de inverno, que eu AMOOOO, e que só acontece a cada 4 anos, portanto, eu tenho que aproveitar.

***



Hoje uma das cachorrinhs aqui de casa, a Tchuca, morreu. Ela vivia com nós há muitos anos e morreu de velha. Foi melhor assim, pelo menos ela não ficou sofrendo. Ela veio viver com nós quando ainda era um filhotinho. Minha irmã encontrou ela enterrada no meio do barro e um carro ía atropelar ela, foi quando minha irmã se jogou na frente, salvou a pobrezinha e trouxe pra casa. É por essas e outras que aqui pela volta todo mundo os conhece como "as mulheres dos cachorros", já que a gente vira e mexe nós pegamos algum que está abandonado na rua e cuidamos até dos cães dos vizinhos quando eles não cuidam. Foi praticamente um membro da família que se foi. Ela era um doce, adorava roubar a ração da gata e correr atás do rabo.

***

Por enquanto é só isso.
Prometo que vou deixar de ser uma blogueira tão desleixada e vou fazer os devidos comentários em todos os blogs.
Beijosssss...

sábado, 13 de fevereiro de 2010

¨¨Nua aqui¨¨

_¨¨Nua¨¨_
Olho a cidade ao redor e nada me interessa.
Eu finjo ter calma, a solidão me apressa.
Tantos caminhos sem fim de onde você não vem.
Meu CORAÇÃO na curva BATENDO A MAIS DE CEM.
Eu vou sair nessas horas de confusão, gritando o seu nome entre os carros que vem e vão.
Quem sabe então assim, você repara em mim.
Corro de te esperar, de nunca te esquecer.
As estrelas me encontram antes de amanhecer.
Olho a cidade ao redor, eu nunca volto atrás.
Já não escondo a pressa, já me escondi demais.
Eu vou contar pra todo mundo, eu vou pichar sua rua.
VOU BATER NA SUA PORTA DE NOITE COMPLETAMENTE NUA.
Quem sabe então assim, você repara em mim.
¨¨
_¨¨Aqui¨¨_
Aqui, eu nunca disse que iria ser a pessoa certa para você.
Mas SOU EU QUEM TE ADORA, se fico um tempo sem te procurar, é pra saudade nos aproximar, E EU JÁ NÃO VEJO A HORA.
Eu não consigo esconder, certo ou errado eu quero ter você.
Você sabe que eu não sei jogar, não é meu dom representar, não dá pra disfarçar.
Eu tento aparentar frieza, mas não dá.
É como uma represa pronta para jorrar.
Querendo iluminar a estrada, a casa, O QUARTO ONDE VOCÊ ESTÁ.
Não dá pra ocultar, algo preso quer sair do meu olhar, atravessar montanhas e te alcançar, tocar o seu olhar.
Te fazer me enxergar e se enxergar em mim...
¨¨¨¨
Na falta de criatividade apelo para duas músicas da Ana carolina que eu adoro.

beijinhos...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

¨¨Só um papinho sem sentido sobre destino¨¨

Eu acredito, e muita gente não acredita, mas eu acredito em destino.

Eu acredito que as coisas nunca contecem por acaso, elas acontecem porque precisam acontecer.

Às vezes as pessoas ficam se perguntando o motivo de determinadas situações, os 'por quês', mas é muito simples: destino, apenas destino. E ninguém passa por esse mundo ileso de sofrimentos e tristezas, porque no destino de todos nós existe um poquinho de dor, e no fundo isso até que é bom, porque é isso que faz de nós seres humanos melhores, humanos de verdade.

Ninguém é feliz o tempo todo, e felicidade não vem de bandeja: se fosse assim todos viveriam sorrindo o tempo inteiro, e nós sabemos que isso não existe, porque todo mundo tem seus momentos de tristeza lá de vez em quando.

Se algumas vezes nós sentimos dor, é porque precisa mesmo doer, a final de contas, todos nós temos sentimentos, e que espécie de ser nós seríamos se fosse diferente??? Dói porque a dor também está no nosso destino.

Eu sempre acreditei que as coisas que acontecem na nossa vida nunca são apenas fatos isolados e no fundo tudo está interligado de alguma forma, e no fim tudo faz sentido e tudo se encaixa como se a vida fosse um perfeito quebra-cabeça.



*** só para não fugir do assunto...

Quando era criança eu e minha família morávamos em Pelotas, no mesmo pátio que os pais do meu pai. Quando eu estava prestes a completar meus 12 anos de idade nós nos mudamos para Porto Alegre. No início eu detestei a ideia de abandonar a escola, as amigas, minha irmã que vive lá até hoje e,odiei também ter que dar meus porquinhos da índia para uma amiga (que cuidou muto bem deles, por sinal), mas hoje eu vejo que essa mudança foi boa. Na verdade nos mudamos porque meus avós (avós???????) paternos não nos queriam mais morando lá (sendo que não morávamos lá de favor) e, também, eles nunca gostaram da minha mãe. É bem verdade que quando minhas irmãs eram pequenas eles cuidavam delas pra minha mãe poder trabalhar, mas também é bem verdade que aquele velho nojento e asquerozo tentou algumas vezes abusar das duas (mas nunca conseguiu). Comigo eles nunca tentaram nada, mas é aquela história: mexeu com minhas irmãs, mexeu comigo!
Minha mãe só ficou sabendo disso muitos anos depois, quando uma das minhas irmãs já era até casada e mãe de uma menininha (sendo que hoje essa menininha passa férias aqui em casa e tem quase 15 anos). Foi pouco depois da minha mãe descobrir isso que nos mudamos, a final de contas, a convivência estava péssima e insuportável mesmo.

¨¨É aí que entra de novo aquele papinho sem sentido sobre destino¨¨

O destino quiz e fez com que as coisas acontecessem desse jeito. Agora eu vejo que por alguns momentos as coisas podem ter sido complicadas, mas que nada aconteceu por um mero acaso. Se nada disso tivesse acotecido eu não teria feito os (melhores) amigos que fiz, nem teria conhecido aqueles "amigos da onça" que já tentaram puxar meu tapete (mas que são fundamentais para a gente aprender que nem todo sorriso é verdadeiro), nem teria vivido todas as coisas (muito boas e outra um pouquinho ruins) que vivi, nem teria encontrado meu C.T.G. que eu AMOOOOO e, com certeza eu não seria quem eu sou hoje e nem conseguiria ver as coisas da forma que eu vejo (não que eu tenha a pretensão de achar que sou uma pessoa perfeita ou que vejo as coisas da forma certa, mas estou bem satisfeita com minha vida e comigo mesma).

E quanto aos 2 idosos que ficaram lá em Pelotas se sentindo vitoriosos, os donos do mundo que nunca precisariam da ajuda de ninguém... hoje são 2 "pessoas" que vivem sozinhas, com problemas de saúde, abandonadas a própria sorte sem ninguém que estenda a mão. E por que eles vivem assim? Para mim, destino. Porque eu acho que o destino sempre se encarrega de dar o merecido castigo para aquelas pessoas que passam a vida inteira fazendo mal para as outras pessoas, até porque, como já diz aquele velho ditado: a vingança divina tarda, mas não falha.
E talvez algumas pessoas achem que eu estou sendo um tanto quanto cruel, mas o fato é que eu não esqueço jamais que os canalhas também envelhecem.

E quanto a mim, bem, eu não sei o que o destino me reserva, mas seja lá o que for eu espero sem medo algum, porque eu aprendi a ter consciência de que não importa o que aconteça, sempre acontece por algum motivo, e por mais que pareça muito ruim, sempre existe um lado bom, a gente só precisa saber avaliar as coisas por mais de ângulo e então a gente vai perceber que no fundo tudo tem um sentido e o destino sempre faz tudo se encaixar.


p.s.: a imagem não tem nada a ver com o assunto, mas tudo bem, porque nada por aqui está fazendo muito sentido mesmo, e o calor está afetando meus neurônios, e também, eu gosto dessa imagem e quiz colocar ela aí mesmo assim e que se dane se "não combina"... e ponto final.

e valeu pela força que vocês dão nos comentários, pela torcida pra que tudo fique bem e essas coisas todas. Valeu mesmo. É bom ver que tem pessoas que desejam que eu fique bem!

Beijosssss amoressss....

sábado, 23 de janeiro de 2010

¨¨Quem avisa, amigo 騨


Não sei o que escrever. Na verdade, nem sei porque estou tentando postar alguma coisa, já que eu sei que não vai sair nada que preste. Não é que eu esteja sem idéias: as idéias eu tenho, simplesmente não estou muito boa pra escrever hoje (hoje???).
Tetando tornar tudo mais simples, vou simplesmente aos fatos:
Não aguento mais as brigas aqui de casa. As brigas do meu "pai", pra ser mais exata. Aliás, não sei se pai é uma palavra que ainda possa ser usada nesse caso. Vocês acreditam que essa semana chegou no cúmulo de, durante mais uma das brigas (que começam do nada, de uma hora pra outra sem que ele tenha motivos) ele pegou um sarrafo de madeira e disse que ía bater em mim??? Vê se eu posso com isso... Como se por acaso eu tivesse medo dele. Nunca levei um único tapa nessa vida, já disse e repito que não vai ser agora, com 21 anos na cara que vou apanhar, ainda mais de alguém como ele, que se diz tão fiel e temente a Deus, as que no fundo parece mais viver com o capeta no corpo e n sabe respeitar nada e nem ninguém. Levantei de onde eu estava sentada, parei na frente dele e mandei bater. Nisso minha mãe se enfiou na frente e não deixou. Isso é que me irrita. Queria que ele tivesse batido. Eu ía enfiar nele a primeira coisa que tivesse por perto, oúnico detalhe é que as coisas que estavm por perto eram: um rádio e duas tesouras. E se me perguntarem se eu teria coragem, e resposta é sim, porque exitem coisas na vida que eu não suporto, entre elas, falta de respeito (principalmente quando envolvem minha ), falta de caráter e covadia. Se um "homem" diz que vai fazer algo, faz logo. Odeio que me ameacem, se diz que vai bater, bate logo, mas eu não apanho quieta, porque como diz minha mãe, ela não fez filha pra ser mal tratada por qualquer um. E se me perguntarem se eu não tenho pena de falar assim do meu próprio pai, a resposta é não, porque quem tem pena é galinha e urubu. Porque diabos eu teria pena de quem chama a mim e minha irmã de putas e diz que foi minha mãe que deu o mal exemplo? Aliás, quando ele me chama de puta, eu sempre digo que não sou puta não, porque puta é quem dá por dinheiro, e eu dou só por esporte. A criatura teve a capacidade de dizer pra uma vizinha nossa (que aliás, é amiga da gente, então, é óbvio que minha mãe ficaria sabendo) que ele não vai sair do conforto que tem aqui em casa, que os encomodados que se mudem, e que é por isso que ele ainda dorme na cama enquanto minha mãe dorme no quarto comigo e minha irmã. Eu nem me surpreendo que ele seja assim, tendo em vista que ele é filho de dois trastes que nem sequer merecem ser chamados de seres humanos, duas pessoas que foram más a vida inteira e que hoje são dois velhos que vivem sozinhos. Há quem diga que eu sou cruel em falar assim deles, mas algumas pessoas parecem esquecer que os canalhas também envelhecem, e que nem por isso o seu passado é apagado (e eu tenho uma memória excelente).
Não acho que eu seja uma pessoa cruel por causa disso, sou apenas realista. E também não sou uma pessoa fria e sem sentimentos, muito pelo contrário, eu sou bem sentimental, até demais eu diria. Choro à toa, vivo tentando ajudar as outras pessoas, mas eu acho que ser uma pessoa boa não quer dizer que eu tenha que ser uma pessoa boazinha que tenta parecer a madre tereza e que acha que todo mundo é bom, porque eu sei que nem todo mundo é bom, que nem todo sorriso é verdadeiro. É aquela velha história: eu sou boa, mas não abusa porque não sou idiota.
Tudo isso foi apenas pra dizer que eu não sei como minha mãe suporta viver assim, isso me revolta, me irrita, me tira do sério de um jeito que vocês não podem nem imaginar. Eu acho que a vida só é ruím se a gente permite que seja assim, eu acho que só depende de nós mesmos fazer as coisas serem melhores, e que se fosse meu marido, eu nunca suportaria tantos desaforos.
***
Bem que eu avisei que hoje não sairia nada que prestasse... quem avisa, amigo é!
***
Tem uma música que eu adoro, e nela um trecho que vem bem a calhar nesse momento:
"... nem sempre a fraqueza que se sente quer dizer que a gente não é forte..."
Isso também me faz lembrar de uma coisa que o Juliano me disse um dia:
"Eu não quero te ver chorando, quero te ver sempre sorrindo. Tu não é uma menina fraca que fica chorando pelos cantos. Eu te conheço, eu sei que tu é forte."
Ah o Juliano, sempre ele. Todas as vezes em que eu me sinto perdida e com vontade de chorar, eu lembro dessas coisas que um dia ele me disse, e é daí que eu tiro forças e volto a sorrir, mesmo quando tudo parece muito difícil.
É impressionante como na vida algumas pessoas nos ensinam as coisas e nos ajudam sem nem perceber...
Por falar em Juliano, eu continuo esperando por ele, porque ele ainda tem tudo de mim e mesmo que ele não esteja aqui nesse momento e eu não possa tocar nele, ele está dentro de mim, e isso eu não posso (e não quero) mudar, e ainda não dedisti dele e nem perdi as esperanças, porque como li uma vez, "esperança não é a última que morre, mas sim a primeira que nasce quando tudo parece perdido".
***
E apesar de hoje não parecer, eu sou uma pessoa feliz, porque a felicidade vive dentro de nós, às vezes ela se esconde, mas ela está lá, basta que a gente a encontre todas as vezes em que ela teimar em se esconder.
P.s.: imagem retirada do site www.glimboo.com . Amei a imagem só por causa da borboleta presa no vidro, exatamente como eu me sinto hoje.

domingo, 17 de janeiro de 2010

I cried the day you said good bye, 'cause you were everything to me and now i don't have nobody.
It doesn't even matter to ou, but i'm dying inside and this is something you can't disguise, and no one will ever replace.
I've tried so mind to tell my self that you're gone, but i'll be thinking of you the wole time 'cause you still have all of me, and if you asked me now then i couldn't tell you why.
Your face it haunts my once dreams and your presence still lingers here, 'cause everything's different, but nothing has changed, and there's just too much that time cannot erase.
I had a little love and i need some love like i never needed love before.

¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Hoje meu ânimo está um tanto quanto mais elevado. Na sexta-feira fui no C.T.G. e encontrei o Juliano. Não fiquei com ele, mas foi muito bom mesmo assim. Passamos a noite toda como passávamos antes: de frescura. Voltei pra casa toda vermelha dos tapas que ele me deu, mas tudo bem, porque eu também bati nele. A gente se divertiu, eu ri muito, falamos umas bobagens. Aliás, lá pelas tantas ele deu um tapa na minha bunda (vê se eu posso com uma coisa dessas), dái eu disse: "olha guri, agora tu não pode mais tocar na minha bunda, agora tu tem uma namorada e um compromisso sério, lembra?"
A resposta que obtive foi: "ah vou te mostrar o compromisso que eu tenho." Nisso ele me mostrou no celular o número de nada menos do que cinco mulheres. Isso significa que esse namorico dele não é tão importante assim. Depois de ver isso eu não aguentei e falei (brincando, é claro): "Poxa, mas que decadência, eu não estou nem entre as cinco primeiras opções da tua lista né", e ele disse: "tu é muito afobada,eu te falei que tem que acontecer tudo no seu tempo, cada coisa no seu tempo".
Isso significa o que meus amoreeeeeeessssssssssssss:
Isso significa esperança, muita esperança.
Depois dessa breve troca de palavras, continuamos de frescura, nos batendo e falando bobagem como se nada tivesse acontecido.
p.s.: agora estamos conversando no msn, porque somos amiguinhos ainda (espero que não sejamos SÓ amigos por muito tempo né).


__Mudando de assunto__
§ Minha sobrinha está passando uns dias aqui em casa. Esse ano ela completa 15 anos de idade. É nessas horas que eu percebo que estou ficando velha.

§ Semana passada acabei de ler Assassinato no Expresso do Oriente. Agora estou lendo O Natal de Poirot, ambos da Agatha Christie. Estou adorando!!!

§ Ontem pintei de novo meu cabelo, que continua meio ruím, mas pelo menos a cor está ótima. Aliás, isso e fez lembrar o que a instrutora lá do C.T.G. disse: é melhor ter um cabelo ruím do que não ter cabelo nenhum!

§ Sexta-feira fui na farmácia e aproveitei para me pesar. Adivinhem.... emagreci uns quilinhos. Não foram muitos, mas já é lá um começo né.


Bem, por hoje é só.
Vou terminaro post com o trecho de um texto da Martha Medeiros (de novo ela) que eu adoro:
"Tudo o que nos fez feliz ou infeliz serve pra montar
o quebra-cabeça da nossa vida, um quebra-cabeça de cem mil peças.
Aquela noite que você não conseguiu parar de chorar,aquele dia que você ficou caminhando sem saber para onde ir,aquele beijo cinematográfico que você recebeu,
o acidente que lhe deixou cicatrizes, tudo isso vai,aos pouquinhos, formando quem você é. (...)"

sábado, 9 de janeiro de 2010

¨¨Saudade¨¨

Essa semana sofri um acidente de percurso. Terça-feira teve ensaio da invernada lá no C.T.G. Na hora do intervalo eu consegui a incrível façanha de bater com a cabeça na quina de uma mesa. Ficou um galo enorme. Doeu, mas a cena foi engraçada. Tudo porque eu quiz cortar caminho e passar por baixo de um pau em vez de fazer a volta. Passei por baixo do pau e cortei caminho, mas também arranjei um belo de um galo roxo bem na testa. É nisso que dá ser preguiçosa.
Bem, pra piorar o Juliano está namorando uma prima que mora em Piratini, onde ele passou o natal. Imaginem como fiquei depois dessa novidade... acabada! Não tenho vontade de comer, não durmo direito. Ontem à tarde ele esteve aqui em casa. Devolvi umas coisas dele que tinham ficado comigo. Uma tristeza sem fim. Conversamos numa boa, apesar de ser louca por ele e querer desesperadamente que ele volte pra mim, não tenho mágoas. Ele não me traiu, não me enganou em momento algum, isso me conforta, mas não muito. Ele disse que vamos continuar sendo amigos e nos vendo, e eu vou continuar sempre com aquela velha esperança de que ele decida voltar a ficar comigo.
Isso tudo me fez lembrar de um texto da Martha Medeiros que eu adoro, então resolvi postar aqui.


A DOR QUE DÓI MAIS
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
MAS A SAUDADE MAIS DOLORIDA É A SAUDADE DE QUEM SE AMA. SAUDADE DA PELE, DO CHEIRO, DOS BEIJOS.SAUDADE DA PRESENÇA, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.

Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.

Saudade é não saber. NÃO SABER O QUE FAZER COM OS DIAS QUE FICARAM MAIS COMPRIDOS, NÃO SABER COMO ENCONTRAR TAREFAS QUE LHE SESSEM O PENSAMENTO, NÃO SABER COMO FREAR AS LÁGRIMAS DIANTE DE UMA MÚSICA, NÃO SABER COMO PREENCHER A DOR DE UM SILÊNCIO QUE NADA PREENCHE.

Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.

¨¨

sábado, 2 de janeiro de 2010

¨¨Eu quero tudo de bom... para todos nós...¨¨

Antes de qualquer coisa, quero dizer que eu desejo que o ano de 2010 seja de muita felicidades pra todos nós. Que todos nós possamos realizar todos os nossos desejos e que aconteça tudo de bom nas nossas vidas. Não foi só um ano que acabou, foi uma década que se foi, e uma nova década se iniciou. Parei pra pensar em todas as coisas que já fiz e percebi que isso nem é tão importante assim. Não importa muito o passou, importa mesmo o que ainda vai ser feito, os sonhos que ainda vão ser realizados, as coisas que ainda vão ser ditas e sentidas. Hoje, dia 02/01, é meu aniversário de 21 anos, e eu me sinto pequena como nunca, percebi que nunca fiz nada de muito importante. Tudo bem, já fiz muitas coisas bacanas, mas estou me sentindo pequena mesmo assim, pequena como um simples grãozinho de areia que não faria falta nenhuma no deserto. Eu sei que vai passar e vou me sentir melhor, mas no momento ainda não passou. Estou assim porque eu e o Juliano (infelizmente) não estamos mais juntos, e não vou conseguir (nem tenho vontade) de contar os detalhes. Simplesmente não estamos juntos. Mas não é só isso que está me deixando mal. Estou mal comigo mesma, me sentindo mais gorda que uma orca, odiando meu cabelo mais do que nunca. me sinto irritada com o mundo que está uma droga, irritada com gente egoísta que só se preocupa com seu próprio umbigo, irritada com tudo. Mas como eu já disse, começou um ovo ano, e tudo vai melhorar, tudo vai ficar bem. E tudo vai ficar bem porque eu quero que tudo fique bem. Eu quero,eu posso, eu consigo: simples assim!
Pensando nisso, fiz uma listinha de desejos para 2010. (e vou realizar TODOS)
1°- Quero ficar bem com o Juliano;
2°- Quero um emprego de que eu realmente goste, que me faça bem;
3°- Quero começar a praticar yoga;
4°- Quero viajar para algum lugar que eu ainda não conheça;
5°- Quero entrar para a faculdade;
6°- Quero plantar árvores;
7°- Quero conseguir fazer uma doação para a Gorilla Found (amoooo primatas, acho que em outra vida fui uma macaca);
8°- Quero fazer mais trabalhos voluntários;
9°- Quero emagrecer, no mínimo, 10 quilos.

__sobre o natal__
Na noite do dia 24 fizemos festinha de natal aqui em casa, como fazemos todos os anos. Depois da meia noite os amigos vieram aqui pra casa e fizemos amigo secreto. A festa rolou até umas seis e pouca da manhã. Isso acontece todos os anos. Foi muito legal (apesar de eu ter sentido uma falta sem tamanho do Ju). Meu pai ficou dentro de casa e não quiz participar. No dia 25, à tarde, estávamos eu e minha mãe assistindo televisão, minha irmã no quarto arrumando umas roupas dela, meu cunhado esperando minha irmã, pois eles íam pra casa dele. Do nada meu pai chega dentro de casa gritando que era pra diminuir o volume da televisão porque ele queria dormir, e começou a gritar com todo mundo, xingar, arrancou a porta do quarto, chutou o ventilador. Palavrões de puta pra baixo! Disse até que ia quebrar a televisão, bater em nós. Ameaçou dar na minha cara, mandei bater, mas não deu. Por favor, em 21 anos nunca levei um tapa, nem em casa e nem fora, não sera agora que ía levar. Ele ficou até provocando meu cunhado, dizendo que se fosse homem era pra se botar nele. Me digam, isso é coisa que se faça? A convivência aqui está impossível de suportar. Não consigo dormir e fingir no outro dia que nada aconteceu, não sei ser falsa. Faz muito tempo que a coisa ía de mal a pior, mas agora estorou de vez. Por falar em dormir, minha mãe (que é um doce) está dormindo no quarto comigo e minha irmã. Pai? Não mais, não depois de tudo o que aconteceu, porque ser pai não é só colocar filho no mundo. Ele praticamente não fala com ninguém dentro de casa, está sempre de mau humor. Haja paciência viu!!!


°°°°° Não quero mais falar de coisas ruíns, então vou mudar de assunto°°°°°
Minha irmã e meu cunhado foram com uns amigos passar a virada do ano na praia. Os mesmos amigos que passaram natal aqui em casa. Amanhã eles estão de volta. Ainda bem, porque já estou com saudade da minha irmã. Ela é uma mala, mas a gente se adora. Eu e minha mãe preferimos ficar em casa. Nossa virada de ano foi no sofá assistindo televisão. Programão hein... (pensei no Ju a noite toda)
Ontem nós fomos na praça da redenção. Esqueci de passar o bloqueador solar (que sempre passo até pra ir até o mercado) e, adivinhemmmm fiquei mais vermelha que tomate maduro. Que ódiiooo. Mas tudo bem, eu sei que depois que passar o vermelho vou continuar branca que nem papel (sempre é assim, não fico bronzeada de jeito nenhum). Como ontem foi feriado, não achomos nada aberto, acabamos tendo que ir até a rodoviária para conseguir almoçar. Ninguém merece isso, mas até que foi bem legal. No centro tinha uma mulher distribuindo cachorro quente, suco e negrinho (ou seria brigadeiro???) para o moradores de rua. Fiquei comovida sabe. Era feriado e aquela mulher foi lá ajudar as outras pessoas. Ainda existem pessoas boas nesse mundo. Uma mulher que vive na rua veio falar comigo e com minha mãe. Dava pra ver a felicidade naqueles olhos, felicidade de quem recebe uma ajuda, de quem vê alguém estendeno uma mão A gente sabe que muitas das pessoas que vivem na rua teriam outra opção na vida, e que muitos se acabam nas drogas e nos crimes, mas também existe o outo lado. Sempre existe outro lado. Existe o lado de quem não teve outra opção, o lado de quem não teve uma chance na vida, o lado de quem precisa da caridade alheia pra sobreviver. É nessas oras que eu percebo com às vezes as pessoas são egoístas e reclamam de barriga cheia. Ainda não consegui esquecer aquele pessoa me dizendo que não existe nada no mundo pior do que sentir fome.
Isso me fez lembrar do trecho de uma música que eu adoro:
"Somos todos iguais, braços dados ou não..."
Mas também me fez lembrar de outra música:
"A humanidade é desumana, mas ainda temos chance..."


__mudando de assunto__
A Lou perguntou o que viria a ser um mondongo (devido ao posto aqui de baixo). Pois bem, Lou, amoreeeee, mondongo é uma coia branca, muito nojenta, ue se usa pra fzer um prato chamado Mocotó. Há quem adore mas eu, particularmente, detesto. Só de olhar me dá um enjoo que não tem nem como explicar. É importante dizer que eu não tenho frescuras com comida, como de tudo mesmo, mas mondongo, mocotó e assemelhados não dá.


Bem, antes de ir queria dizer que estava com saudade de todos os blogs. Tenho tentado entrar desde o dia da última postagem , mas sempe aparecia aquela porcaria de "a página não pode ser exibida". Raivaaaaa........ mas hoje, depois de muito tentar, consegui voltar aqui.
°°°°°Beijos pra todos°°°°°


P.s.: Ando muito sensível nos últimos tempos, ando dramática, portanto, corro o risco de ter falado só porcarias aqui hoje, mas sendo meu aniver, eu mereço um descontinho hoje né....


EU NÃO DESISTO DO QUE EU QUERO, MAS NÃO ME DESESPERO. TE ESPERO!!!!!!!